Quota mensal de seis euros

A quota mensal dos subscritores da modalidade de Cuidados de Saúde Primários passou para 6 (seis) euros, a partir de 1 de Janeiro, um acréscimo de 1 (um) euro, em relação a 2009, que marcará toda a diferença na vida da Casa da Imprensa. Os valores de subscrição das restantes modalidades, bem como a jóia de admissão, mantêm-se inalterados. Tudo isto decorre no Programa de Acção e Orçamento para 2010 aprovados na Assembleia Geral do passado dia 17 de Dezembro.

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Exposição de Rogério Mourtada na Casa da Imprensa

expo mourtadaFoi inaugurada no  dia 30 de Janeiro, no salão nobre da Casa da Imprensa, em Lisboa, a exposição de desenho “Veredas para o Ponto”, de Rogério Mourtada. A abertura da mostra, que estará patente ao público até ao dia 12 de Fevereiro (dias úteis, entre as 9 e 30 e as 19 e 30), contou com a participação musical de João Paulo Oliveira.

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Programa de Acção e Orçamento para 2010 aprovados em Assembleia-Geral

O Programa de Acção e o Orçamento para 2010 foram aprovados, por unanimidade, na última Assembleia-Geral da Casa da Imprensa, realizada no passado dia 17, em Lisboa. À beira do ano em que a instituição celebra o seu 105.º aniversário, a Casa da Imprensa mantém viva uma ambição: desenvolver o espírito mutualista entre os jornalistas e outros profissionais da comunicação, seus associados.
A Assembleia Geral aprovou, ainda, com uma abstenção o aumento de 1(um) euro na subscrição da modalidade de Cuidados de Saúde Primários, o que vai permitir à Casa da Imprensa consolidar as suas actividades, no domínio da saúde, e ampliar e melhorar a sua oferta aos associados.
Ainda assim, continuaremos a ter um serviço muito mais amplo e muito mais barato que qualquer seguro de saúde que se contrata no mercado, sem limites de idade e sem exclusões motivadas pela história clínica dos subscritores


Jornalista da SIC vence Prémio na Área da Saúde Mental

A reportagem “Mentes Inquietas”, da autoria da jornalista da SIC Sofia Arêde, venceu o 1º Prémio de Jornalismo na Área da Saúde Mental, no valor de 10 mil euros.
O júri decidiu atribuir menções honrosas às reportagens “A Palavra Autista não quer dizer nada”, da autoria da jornalista Miriam Alves, igualmente da SIC, e “Quando a Ansiedade vira Doença”, assinada pela jornalista Mónica Tarantino e Lima, da revista “Isto É” (Brasil).
O prémio é promovido pela Fundação AstraZeneca, Coordenação Nacional para a Saúde Mental, Casa da Imprensa e Associação Encontrar+se.

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«In memoriam» de José Estêvão dos Santos Jorge

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José Estêvão dos Santos Jorge, sócio n.º 6 da Casa da Imprensa e n.º 1 do Sindicato dos Jornalistas, faleceu em 16 de Novembro. Aos 86 anos era um dos decanos do jornalismo português, profissão em que se iniciara aos 16 anos, no Diário de Lisboa, para “ganhar uns tostõezinhos ao fim-de-semana”, como revelou numa entrevista a Adelino Gomes. Essa entrevista, inédita até agora, efectuou-se em 2006 no âmbito da investigação para o Perfil Sociológico do Jornalista Português realizada por uma equipa do CIES/ISCTE coordenada por José Rebelo. Homenageando José Estêvão Santos Jorge, transcrevem-se excertos do seu testemunho vivido ao longo de mais de cinco décadas do jornalismo português do século XX.
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Quotas da Casa da Imprensa voltam a ser dedutíveis em IRS

As quotas das modalidades de saúde pagas pelos associados das associações mutualistas passam a ser dedutíveis à colecta para efeitos de IRS. Assim, os associados da Casa da Imprensa voltam a poder deduzir, já a partir de 2009 (na declaração a entregar em 2010), os encargos suportados com a quotização para as modalidades Cuidados de Saúde Primários e Internamento Hospitalar.

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Novas colaborações em Lisboa

A Casa da Imprensa alargou, no início de Novembro, a oferta disponível aos seus associados em matéria de cuidados de saúde. Assim, a Dra. Sara Isabel Garcia Ferreira (Gastrenterologia), a Dra. Ana Maria Del Rio Furtado Cabeleira (Oncologia Médica) e o Dr. José Paulo Elvas Roxo Neves (Ortopedia) passam a integrar a listagem de médicos de Lisboa com os quais a Casa da Imprensa tem convénios firmados.


Medidas concertadas para novas doenças

Novas doenças podem exigir medidas concertadas das autoridades, que precisam de saber comunicar com as pessoas para que estas entendam os riscos para a saúde pública, defende Paula Lobato de Faria, da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP). Para a professora de Direito da Saúde e Biodireito da ENSP, ouvida a propósito da conferência “A importância e os limites da lei na protecção da saúde pública”, que decorreu em Lisboa, é necessário “estudar mais a forma de regular a saúde pública”.


Cidadãos admitidos em urgências do SNS têm direito a ser acompanhados

A Lei n.º 33/2009 da Assembleia da República reconhece e garante a todo o cidadão admitido num serviço de urgência do Serviço Nacional de Saúde (SNS) o direito de acompanhamento por uma pessoa por si indicada. O cidadão deve ser informado deste direito no momento da sua admissão num serviço de urgência. Quando a situação clínica lhe não permitir a declaração da sua vontade, os serviços de urgência devem, através de serviços técnicos adequados, promover esse direito do doente, podendo para esse efeito solicitar a demonstração do parentesco ou da relação com o paciente invocados pelo acompanhante, mas não podem impedir o acompanhamento.
Está, no entanto, interdita a assistência a intervenções cirúrgicas e outros exames ou tratamentos que, pela sua natureza, possam ver a sua eficácia e correcção prejudicadas pela presença do acompanhante, excepto se para tal for dada autorização expressa pelo clínico responsável.
Para saber mais consulte a Lei n.º 33/2009, de 14 de Julho.


Critérios de prioridade na vacinação contra a gripe A

A Direcção-Geral de Saúde definiu, no âmbito da pandemia por vírus da gripe A (H1N1) 2009, critérios de inclusão nos grupos prioritários para vacinação (Grupo A ou Grupo B ou Grupo C), tendo em atenção o risco para complicações pósinfecção, o desempenho de funções essenciais e a disponibilidade de vacinas.

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