Arquivo de Notícias


Arquivado em Informação Útil, Notícias no dia 20 de Abril de 2017

Sem qualquer encargo para si, nas próximas semanas, ao entregar a declaração de rendimentos para o IRS, pode dar um grande apoio à Casa da Imprensa. Com a consignação fiscal não paga mais imposto nem recebe menos no reembolso, mas pode fazer com que 0,5% do que paga ao Estado seja entregue à sua associação mutualista. Qualquer que seja o modo de entrega da declaração de rendimentos – pela internet ou em papel – os procedimentos são simples.

Ver mais



Arquivado em Informação Útil, Notícias no dia 24 de Fevereiro de 2017

Devido à habitual tolerância de ponto no dia de Carnaval, todos os serviços da Casa da Imprensa, incluindo os postos clínicos de Lisboa e do Porto, estarão encerrados na terça-feira, 28 de fevereiro.



Arquivado em Informação Útil, Notícias no dia 17 de Fevereiro de 2017

São 13 as especialidades atualmente disponíveis no posto clínico da Casa da Imprensa, em Lisboa: Medicina Geral e Familiar, com consultas todos os dias, em horários diferenciados, e, com frequência semanal, Cirurgia Geral, Dermatologia, Ginecologia/Obstetrícia, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Nutricionismo, Pediatria, Psicologia, Psiquiatria, Medicina Interna e Urologia.
» Especialidades e horários



Arquivado em Informação Cultural, Notícias no dia 14 de Fevereiro de 2017

Os direitos de autor dos fotojornalistas são o tema de um debate que a Casa da Imprensa e a Estação Imagem promovem esta quinta-feira, dia 16, às 18:30 horas, no salão nobre da CI, na Rua da Horta Seca, 20, em Lisboa.
No debate, que coincide com a exposição de fotorreportagens Prémio Estação Imagem 2016, participam João Palmeiro, presidente da Visapress, Carlos Madureira, jurista da Sociedade Portuguesa de Autores, Mário Serra Pereira, jurista e formador do Instituto Português de Fotografia, e o repórter fotográfico Steven Governo. A moderadora será Sofia Branco, presidente do Sindicato dos Jornalistas.



Arquivado em Notícias no dia 10 de Fevereiro de 2017

A jornalista Manuela de Azevedo, ex-dirigente e a mais idosa associada da Casa da Imprensa, morreu esta sexta-feira, 10 de fevereiro, em Lisboa, aos 105 anos. Primeira mulher a ter a carteira profissional de jornalista em Portugal, Manuela de Azevedo era a mais antiga repórter do mundo desde o falecimento, há exatamente um mês, de Clare Hollingworth, em Hong Kong.
Além de jornalista, Manuela de Azevedo foi romancista, ensaísta, poeta e contista, tendo escrito também peças de teatro. Foi a principal impulsionadora da criação da Casa-Memória de Camões, em Constância, a que esteve ligada durante 40 anos, e presidiu ao Conselho Fiscal da Casa da Imprensa durante três mandatos sucessos, entre 1981 e 1988.
» Ler mais



Arquivado em Informação Cultural, Notícias no dia 10 de Fevereiro de 2017

A jornalista Manuela de Azevedo, ex-dirigente e a mais idosa associada da Casa da Imprensa, morreu esta sexta-feira, 10 de fevereiro, em Lisboa, aos 105 anos. Primeira mulher a ter a carteira profissional de jornalista em Portugal, Manuela de Azevedo era a mais antiga repórter do mundo desde o falecimento, há exatamente um mês, de Clare Hollingworth, em Hong Kong.
Manuela Saraiva de Azevedo iniciou-se no jornalismo na redação do “República”, em 1935, trabalhou no “Diário de Lisboa”, onde rubricou dezenas de reportagens, passou pela “Vida Mundial” e pelo “Diário Ilustrado” e terminou a sua carreira profissional no “Diário de Notícias”. Em 60 anos de profissão, destacou-se na reportagem de cariz social e na crítica teatral.
Além de jornalista, Manuela de Azevedo foi romancista, ensaísta, poeta e contista, tendo escrito também peças de teatro. Foi a principal impulsionadora da criação da Casa-Memória de Camões, em Constância, a que esteve ligada durante 40 anos, e presidiu ao Conselho Fiscal da Casa da Imprensa durante três mandatos sucessos, entre 1981 e 1988.
O seu primeiro livro, “Claridade” (poesia), foi prefaciado por Aquilino Ribeiro. O último, “O Pão que o Diabo Amassou”, uma edição conjunta da Casa da Imprensa e do Museu Nacional da Imprensa, foi lançado na nossa Associação a 31 de agosto de 2015, dia em que completou 104 anos de vida (na foto). Ultimamente, estava a trabalhar num livro com cerca de 200 cartas, a maior parte delas já comentadas.
O trabalho jornalístico e literário de Manuela de Azevedo, tal como a sua dedicação à cultura e às causas sociais, valeram-lhe, entre outras distinções, o prémio Fialho d’Almeida, com o livro “Filhos do Diabo” (1954), e três condecorações nacionais atribuídas pelos Presidentes da República Mário Soares, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa. A última foi-lhe imposta numa sessão patrocinada pelo Sindicato dos Jornalistas, a 31 de agosto de 2016, data em que completou 105 anos.
Na ocasião, o Museu Nacional da Imprensa, que editou todos os seus livros desde 2009, inaugurou uma galeria virtual sobre a vida e a obra da jornalista, que pode ser vista no endereço na internet http://www.museudaimprensa.pt/?go=galeriamazevedo.
Manuela de Azevedo morreu no Hospital de S. José, em Lisboa, onde deu entrada na terça-feira. O seu corpo estará em câmara ardente a partir das 15:00 horas de sábado na igreja dos Anjos, de onde o funeral partirá no domingo, às 12:30, para o cemitério do Alto de S. João.



Arquivado em Informação Cultural, Informação Útil, Notícias no dia 26 de Janeiro de 2017

Foi prorrogado até 28 de fevereiro o prazo para a apresentação de candidaturas aos Prémios de Jornalismo da Casa da Imprensa e ao Prémio Norberto Lopes de Reportagem de Imprensa.
De acordo com o Regulamento dos Prémios, podem candidatar-se jornalistas portugueses com trabalhos de qualquer género jornalístico e publicados em qualquer formato em órgãos de comunicação social portugueses durante o ano de 2016.
O júri do concurso será constituído maioritariamente por jornalistas e os prémios serão atribuídos nas categorias de Imprensa, Fotojornalismo, Rádio, Televisão e Multimédia, em todos os casos com o apoio do Montepio Geral.
O Prémio Norberto Lopes de Reportagem de Imprensa é garantido exclusivamente pelo fundo autónomo instituído pelo respetivo patrono, podendo ser atribuído em acumulação com o Prémio de Imprensa.
» Regulamento dos Prémios



Arquivado em Informação Cultural, Notícias no dia 26 de Janeiro de 2017

O Salão Nobre da sede da Casa da Imprensa, em Lisboa, acolhe até 17 de fevereiro a exposição de fotografia Prémio Estação Imagem 2016. Constituída por 65 fotografias, em 23 painéis, a exposição pode ser vista de segunda a sexta-feira, entre as 14:30 e as 19:00 horas.
“Talibes, Escravos Contemporâneos”, a fotorreportagem de Mário Cruz sobre o tráfico e a exploração de crianças e adolescentes que vivem em escolas corânicas do Senegal, é o trabalho mais em destaque.
Estão expostas também fotografias de Bruno Colaço, Gabriem Tizón, Gonçalo Delgado, José Carlos Carvalho, Leonel de Castro, Nundo Pinto Fernandes, Nuno Fox, Pedro Armestre e Vlad Sokhin, distinguidas nas oito categorias do Prémio.
O Prémio Estação Imagem, de que a Casa da Imprensa é parceira, é atualmente o único prémio internacional de fotojornalismo instituído em Portugal. O júri da edição de 2016 foi liderado por Aidan Sullivan, vice-presidente da Getty Images.



Arquivado em Informação Útil, Notícias no dia 26 de Janeiro de 2017

Madav Chinnappa, responsável da Digital News Initiative (DNI) do Google, vai estar na Casa da Imprensa, em Lisboa, na quarta-feira, 1 de fevereiro, às 15:00 horas, numa sessão de informação sobre candidaturas àquele fundo de inovação.
A sessão é promovida pela DNI e pela Associação Portuguesa de imprensa (API), com o apoio da Casa da Imprensa, e coincide com a abertura do prazo de candidaturas à terceira ronda de financiamentos a projetos inovadores na área dos media na Europa.
O fundo, com uma dotação global de 150 milhões de euros, atribuiu financiamentos nas duas rondas anteriores no valor de cerca de 51 milhões de euros, dos quais 1,6 milhões para projetos portugueses.



Arquivado em Informação Cultural, Notícias no dia 20 de Janeiro de 2017

“O estado da indústria da fotografia pode bem estar em mutação, e alguns argumentam que se têm deparado com obstáculos catastróficos nesta última década. Mas parece claro que a arte de contar histórias com imagens está bem viva e de saúde em Portugal”.
Quem o diz é Aidan Sullivan, vice-presidente do serviço fotográfico da Getty Images, que presidiu ao júri do prémio Estação Imagem 2016, cujos trabalhados premiados podem ser apreciados na exposição que está patente até 17 de fevereiro no salão Nobre da Casa da Imprensa, na Rua da Horta Seca nº 20, em Lisboa.
Constituída por 65 fotografias, em 23 painéis, a exposição pode ser vista de segunda a sexta-feira, entre as 14:30 e as 19:00 horas.
A fotorreportagem de Mário Cruz Talibés, Escravos Contemporâneos, sobre o tráfico e a exploração de crianças e adolescentes que vivem em escolas corânicas do Senegal e Guiné-Bissau, foi a grande vencedora do Prémio Estação Imagem 2016, numa competição que atribuiu também prémios e menções honrosas nas categorias de Fotografia do Ano, Notícias, Assuntos Contemporâneos, Vida Quotidiana, Arte e Espetáculos, Ambiente, Retratos, Desporto e Noroeste Peninsular.
Podem ser vistas fotografias de Bruno Colaço, Gabriem Tizón, Gonçalo Delgado, José Carlos Carvalho, Leonel de Castro, Nundo Pinto Fernandes, Nuno Fox, Pedro Armestre e Vlad Sokhin, distinguidas nas oito categorias.
No texto que escreveu para o catálogo da exposição, Sullivan, que foi acompanhado no júri por João Silva, fotojornalista do The New York Times, Cheryl Newman, diretora de fotografia do Telegraph Magazine, e Laurent Rebous, diretor de fotografia da Associated Press para a França e a África do Norte, afirma que as 350 reportagens submetidas a concurso que ele e os seus colegas de júri puderam apreciar durante os três dias em que estiveram reunidos “eram simplesmente extraordinários, da maior qualidade, diria mesmo, de classe mundial”. “Nada me preparara para a experiência que acabaríamos por partilhar”.
“Ao longo dos anos, tive e o privilégio de avaliar muitos prémios da World Press, bem como para a Sony e Visa Pour L’lmage do Overseas Club of Americ, e esta experiência equiparou-se, quer em termos do processo, quer pela extraordinária hospitalidade (não consigo esquecer as Bolas de Berlim) mas, acima de tudo, pela qualidade dos trabalhos”, diz ainda Sullivan, que no seu texto saúda “toda a comunidade da fotografia em Portugal, por manter viva esta Indústria e por preservar os padrões e o espírito que irão atrair futuras gerações de talentosos contadores de histórias”.
Ao prémio de fotojornalismo Estação Imagem, “único no género em Portugal”, no dizer da associação do mesmo nome que o promove, puderam concorrer fotojornalistas portugueses, dos PALOP e da Galiza, bem como aos estrangeiros residentes nestes territórios.
O prémio realiza-se consecutivamente há sete anos, os dois últimos tendo como palco a cidade de Viana do Castelo, com o apoio da respetiva Câmara Municipal.
Além da Câmara Municipal de Viana do Castelo, o prémio tem ainda como parceiros a Câmara Municipal de Mora e a Casa da Imprensa. A RTP, a Agência Lusa, o Jornal de Notícias, o Público, o Diário do Minho e a Rádio Alto Minho, são os parceiros media.
Criada em 2007, a Estação Imagem é uma associação cultural, cujo objetivo é “estudar, debater e divulgar todos os aspetos ligados à imagem, com particular incidência na fotografia”.
» Cartaz da exposição