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28 mar 2019

Assembleia Geral aprovou relatório e contas de 2018

A Assembleia Geral da Casa da Imprensa aprovou por unanimidade o relatório de gestão e as contas do exercício de 2018 apresentados pelo Conselho de Administração.

No relatório, o Conselho de Administração salienta que “a atividade da Casa da Imprensa cresceu em 2018 no que respeita ao seu objetivo principal, a prestação de serviços de saúde”, tendo atingido níveis de utilização “como nunca tínhamos atingido desde a extinção do subsistema de saúde dos jornalistas”.

O Conselho destaca também que “o acesso a uma rede nacional de prestadores de cuidados de saúde não secundarizou a utilização dos serviços próprios da associação”, ou seja, “o número total de consultas aumentou consideravelmente, mas não foi em prejuízo das consultas realizadas no posto clínico” da associação.

De acordo com o relatório, o aumento e a diversificação da oferta de serviços “não descaracteriza a associação”, antes a torna “mais útil e atrativa”. O ritmo de adesões “tem vindo a crescer a par com a melhoria de benefícios” e “a média de idades dos novos associados tem vindo a baixar”.

A Casa da Imprensa tornou “mais útil e atrativa”. O ritmo de adesões “tem vindo a crescer a par com a melhoria de benefícios” e “a média de idades dos novos associados tem vindo a baixar”.

O relatório regista que “a ação social se intensificou também” e “hoje tem mais respostas para as adversidades da vida”. A “despesa social”, o valor dos apoios sociais concedidos pela Casa da Imprensa a jornalistas e respetivos familiares, alguns independentemente de o beneficiário ser, ou não, associado, quase duplicou nos últimos dez anos, passando de 138.136,80 euros em 2009 para 271.907,55 euros em 2018 (mais 96,8%).

No plano financeiro, a Casa da Imprensa fechou o ano com um resultado líquido de 15.631,11 euros, 17,3 por cento acima da previsão orçamental. Todas as modalidades mutualistas tiveram resultados positivos.

Quanto aos fundos autónomos, globalmente tiveram um resultado líquido negativo de -128.364,49 euros, que contrasta com os 402.572,75 euros, positivos, do ano anterior.

O Fundo Autónomo de Subsídio Complementar (FASC), que suporta o pagamento de pensões complementares de reforma e sobrevivência de um grupo fechado de beneficiários que transitou da Segurança Social para a Casa da Imprensa em 1192, teve um resultado líquido positivo de 4.701,90 euros. O Fundo Norberto Lopes (FNL) teve um resultado líquido de 290,68 euros.

Já o Fundo de Ação Social (FAS), o maior fundo sob gestão da Casa da Imprensa, com um valor patrimonial de 14.851.003,21 euros, teve um resultado líquido negativo de -133.357,07 euros.

O desempenho negativo do FAS, escreve o Conselho de Administração, “é consequência da quebra de valor de mercado de obrigações a nível nacional e europeu e da alteração contabilística que decorre da recomposição do fundo, que antes era exclusivamente constituído por depósitos bancários e obrigações a taxa fixa e passou a integrar fundo cotados em bolsa”.

O Conselho de Administração salienta que se trata de um fundo perpétuo e que “ao longo dos últimos anos a política de investimentos teve isso em conta, procurando rendibilidade e acautelando o risco, sem ceder a tentações”. O desempenho do FAS, conclui, vai “continuar a ser um dos grandes desafios dos próximos anos”.

A Casa da Imprensa fechou o ano com um resultado líquido de 15.631,11 euros, 17,3 por cento acima da previsão orçamental. Todas as modalidades mutualistas tiveram resultados positivos.

Nos termos estatutários, a Assembleia Geral apreciou o parecer do Conselho Fiscal.

O Conselho Fiscal, assinala “o crescimento do número de associados” e a “crescente adesão dos associados à livre escolha do seu médico ou prestador de serviços de saúde”. E “regista positivamente que o crescimento da prestação de serviços de saúde aos associados tenha sido conseguido preservando o equilíbrio financeiro das modalidades de Cuidados de Saúde Primários e Internamento Hospitalar.

O Conselho Fiscal destaca que “o novo paradigma de taxas de juro e rendimentos baixos nos mercados financeiros torna ainda mais exigente a tarefa de, assegurando uma exposição ao risco baixa, manter a tendência de forte capitalização do Fundo de Ação Social dos últimos anos”.

Neste cenário, acrescenta o Conselho Fiscal, “continuará a ser importante, como tem acontecido até aqui, não ceder à tentação de procura de maiores rendimentos por via de uma maior exposição ao risco, de todo indesejável dadas as características do Fundo de Ação Social”.

A Assembleia Geral apreciou também o relatório de atividades do Conselho Geral, em que se destaca o debate das propostas do Conselho de Administração para a reforma dos serviços de saúde, no quadro da revisão dos Estatutos e do Regulamento de Benefícios que será apresentada aos associados ainda no decurso do presente semestre.

 

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