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28 jul 2020

Número de consultas de Clínica Geral caiu (apenas) 5,5 por cento no primeiro semestre


O número de consultas programadas de Clínica Geral realizadas no primeiro semestre nos Serviços de Saúde da Casa da Imprensa teve uma redução de 5,5 por cento relativamente ao período homólogo de 2019. A redução deveu-se às restrições adotadas a partir de meados de março, motivadas pela pandemia de Covid-19.

No primeiro trimestre, que inclui três semanas desde que foi decretada a pandemia pela Organização Mundial de Saúde e duas semanas de estado de emergência em Portugal, o número de consultas Clínica Geral tinha tido um aumento de 3,3 por cento, uma tendência contrária à verificada no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Dados oficiais indicam que no SNS, entre janeiro e março, houve menos 6,6 por cento de consultas nos cuidados primários (predominantemente de Medicina Geral e Familiar) e menos 5,7 por cento nos hospitais. Até ao final de maio, reconheceu a ministra da Saúde, realizaram-se menos 902 mil consultas hospitalares.

Um inquérito da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) sobre a utilização de cuidados de saúde em tempos de pandemia revelava também, no início de maio, que cerca de 60 por cento dos utentes não tiveram consultas médicas no mês seguinte a ter sido decretado o estado de emergência e que cerca de 44 por cento das consultas com o médico de família (Clínica Geral) tinham ficado por realizar.

As consultas médicas presenciais estiveram suspensas na Casa da Imprensa entre 16 de março e 25 de maio. Durante este período realizaram-se exclusivamente consultas não presenciais de Clínica Geral, para triagem e encaminhamento de situações urgentes e para renovação de receituário ou requisição de exames. Nas restantes especialidades médicas houve mais restrições, sendo garantidas apenas as situações urgentes e o acompanhamento em situações de pós-operatório. O número de consultas (sem contar com a Clínica Geral) baixou assim para cerca de metade (menos 49 por cento relativamente ao primeiro semestre de 2019).

A partir de 25 de maio as consultas presenciais voltaram a realizar-se em todas as especialidades (médicas e não médicas), com exceção de Medicina Interna e Nutricionismo e com restrições que se mantêm tendo em conta a situação sanitária do país e as recomendações das autoridades de saúde.

Todas as consultas presenciais são condicionadas a marcação prévia com o mínimo de um dia de antecedência relativamente aos horários anunciados, podendo eventualmente ser objeto de triagem através de contacto telefónico realizado pelo médico.

De acordo com as orientações das autoridades de saúde, não devem ser marcadas consultas – nem estas se realizarão – nos casos com sintomatologia associada à pandemia de Covid-19 (febre, tosse, dificuldades respiratórias, etc.), nem quando houver recomendação de isolamento ou contacto próximo com pessoas contaminados com o novo coronavírus. Nestes casos, o procedimento recomendado é o recurso à linha SNS24, pelo telefone 808 24 24 24.

Seja para consultas médicas ou para o atendimento administrativo ou nos Serviços Sociais, na entrada e durante a permanência nas instalações da Casa da Imprensa é obrigatório o uso de máscara. A todos os visitantes é recomendado que se que apresentem sem acompanhantes (com exceção de dependentes ou menores) e com uma antecedência não superior a 10 minutos relativamente à hora marcada.

Além dos serviços próprios da Casa da Imprensa, estão disponíveis também, em número crescente, muitos dos prestadores de cuidados de saúde convencionados, quer os que têm convénios diretos com a nossa associação, quer os que integram a Rede Médica Nacional da Advancecare. O mesmo acontece com os serviços clínicos das associações que, tal como a Casa da Imprensa, integram a Associação Portuguesa de Mutualidades (APM/RedeMut).

Estão igualmente disponíveis os serviços de Assistência Médica Noturna e as consultas domiciliárias garantidos pela APM/RedeMut e pela Rede Advancecare, de que beneficiam os associados da Casa da Imprensa (no primeiro caso, sujeito a subscrição prévia gratuita e no segundo abrangendo todos os associados).

A Casa da Imprensa adotou todas as recomendações das autoridades de saúde aplicáveis relativamente à higienização das instalações, equipamentos de proteção individual, organização de espaços (para garantir as condições necessárias ao distanciamento físico) e procedimentos para o atendimento dos visitantes.

 

Categorias: Casa da Imprensa   Saúde

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