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11 abr 2022

Relatório e Contas de 2021 aprovado em Assembleia Geral

A Assembleia Geral da Casa da Imprensa aprovou a proposta de Relatório e Contas do exercício de 2021 apresentada pelo Conselho de Administração. A aprovação foi feita por unanimidade, em reunião realizada no dia 7 de abril, simultaneamente na sede, em Lisboa, e na delegação do Porto.

Em 2021, revela o relatório, o número de associados aumentou e o nível de atividade dos serviços de saúde, medido pelo número de atendimentos (principalmente consultas médicas) ultrapassou o registado antes da pandemia de Covid-19 e é agora o mais elevado desde a extinção do Subsistema de Saúde dos Jornalistas (2007) e da adoção do atual modelo mutualista da Casa da Imprensa, em 2009.

Apesar das dificuldades, e à medida que foram sendo levantadas as restrições causadas pela pandemia, o segundo semestre ficou marcado por iniciativas culturais relevantes, afirma o Conselho de Administração (CA).

No plano associativo, o CA destaca a entrada em vigor dos novos Estatutos da associação, bem como do Regulamento de Benefícios e do Regulamento do Fundo de Ação Social, o que permitiu o lançamento de uma nova modalidade de gestão de poupança e de novos planos complementares de proteção na saúde, que logo nos primeiros meses tiveram a adesão de centenas de associados.

No plano financeiro, porém, “a crise que no relatório de 2020 era caraterizada como conjuntural, poderá continuar a sê-lo, mas as esperanças de um fim a curto prazo dessa conjuntura negativa acabaram por se dissipar ao longo do ano”.

No fecho de contas, as modalidades mutualistas tiveram um resultado negativo de 104.423,49 euros, sensivelmente o dobro do registado um ano antes, numa despesa global de 878.862,88 euros. O valor dos fundos de reserva das modalidades mantem-se superior a 1,2 milhões de euros.

Nos fundos autónomos, foi apurado um resultado líquido global de 205.311,53 euros, que compara com um resultado positivo de 238.046,59 euros no ano anterior.

O maior destes fundos, o Fundo de Ação Social (FAS), que financia os apoios de caráter social, em alguns casos independentemente de os beneficiários serem associados da Casa da Imprensa, teve um resultado líquido negativo (após encargos administrativos e financeiros e despesa social) de 206.647,41 euros. No ano anterior o FAS tinha tido um resultado positivo de 237.424,85 euros.

A despesa social, ou seja, o valor dos apoios de caráter social concedidos pela Casa da Imprensa, ultrapassou os 250 mil euros.

O desempenho do FAS, esclarece o CA, “reflete uma situação nos mercados de capitais, durante todo o ano, que os analistas consideram atípica e que, num contexto de baixa das taxas de juro, penalizou especialmente as carteiras mais defensivas, como a do FAS, constituída maioritariamente por obrigações”. O valor patrimonial dos fundos autónomos, globalmente, mantém-se acima dos 15 milhões de euros.

No texto que abre o relatório, e no qual dá a sua perspetiva sobre a evolução futura da Casa da Imprensa, o CA destaca as razões conjunturais dos resultados financeiros, mas sublinha que, “embora a situação continue controlada, torna-se imperioso reverter a tendência”.

“Não temos ilusões quanto à possibilidade de o conseguir a curto prazo” e “o ano de 2022 dificilmente será melhor do que os anteriores”, por isso, acrescenta, “o CA assume a obrigação de, em colaboração com os restantes órgãos sociais, apresentar aos associados, durante o presente exercício (2022), as medidas que permitam à Casa da Imprensa resistir aos desafios que se lhe venham a colocar, mantendo e melhorando os benefícios prestados aos associados”.

Também o Conselho Fiscal, no parecer que emitiu acerca do Relatório e Contas do exercício, reconhece que “o resultado revelou-se mais negativo do que o estimado no orçamento” e que “há uma componente conjuntural muito significativa nos motivos por detrás deste resultado”.

No entanto, acrescenta, “a Casa da Imprensa também existe, é importante não esquecer, para amortecer os efeitos negativos que uma fase difícil da conjuntura pode ter nos seus associados”. E neste sentido, acrescenta, “principalmente tendo em conta que foi possível acumular reservas nos momentos de conjuntura mais favoráveis, resultados negativos provocados por efeitos conjunturais são justificáveis, principalmente se se mantiver a expetativa de que, num futuro próximo, possam ser corrigidos”.

Relatório e Contas 2021 (texto integral)

 

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